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Segunda, 21/09/2009 às 09:56
Congresso de Arquitetura - por José Afonso de Oliveira


Os alunos de arquitetura, engenharia ambiental e engenharia civil da UDC viveram uma semana excepcional. A participação que eles tiveram no Congresso de Arquitetura, com professores italianos é algo muito bom para o seu aperfeiçoamento profissional, além do que começa a abrir uma nova frente na cidade, no sentido de um turismo mais seletivo.

Outros congressos, seminários etc acontecem já com alguma freqüência indicando a cidade de Foz do Iguaçu como sendo um importante pólo de atração para essas atividades.

Do ponto de vista acadêmico, científico, tecnológico e cultural é um destaque, normalmente reservado a algumas capitais do estados brasileiros. Só esse fato já abre para a cidade o novo horizonte do mundo globalizado, onde estamos ocupando uma posição muito privilegiada.

Do ponto de vista econômico financeiro estamos no centro do mercado globalizado, onde o conhecimento é essencial para o mundo que agora estamos vivendo. Sem ele é absolutamente impossível qualquer processo de acumulação de capital.

Tudo isso aliado a cidade que tem na prestação de serviços a base de sua economia e prosperidade. Mais do que isso quando entendemos que avançamos no mundo globalizado extrapolando fronteiras e já criando uma nova realidade com Puerto Iguazu, na Argentina e Ciudad Del Este, no Paraguai.

Novos planejamentos urbanísticos terão que ser realizados. Novos Planos Diretores que objetivem traçar o perfil de toda essa região para o nosso futuro próximo e mais distante também. O que seremos no futuro? Muito difícil dizer, mas sabemos que estamos assentando bases para que o futuro seja completamente diferente do presente que foi construído apenas nos últimos 30 anos. Pensar numa cidade de 34.000 habitantes em 1973 para os atuais 320.000 como sendo a quarta cidade paranaense, é um salto e tanto. Mas avançaremos, e muito mais, nos próximos 30 anos, de sorte que lá por 2050 a cidade já será outra, distante bastante da atual em que nos encontramos. Certamente a marca forte será o conhecimento e, por isso mesmo, os nossos sistemas educacionais crescem e vão crescer ainda mais nos próximos anos. Seremos a ponta de lança da América Latina, formando as elites empresariais, culturais, científicas e mesmo políticas, através da UNILA, num esforço enorme para superarmos o que nos divide e busca a aliança.



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